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Polar 65 Fraternidade em Tahiti O Fraternidade já está no coração do Pacífico. Esse barco construído para levar jovens cientistas aos lugares mais exóticos do planeta está realizando uma rápida volta ao mundo com muito poucas paradas até aqui, por enquanto sem explorar lugares mais remotos fora da rota clássica de turismo. Vamos aguardar que surpresas seu experiente capitão Aleixo Belov estará reservando para nós visitantes de seu site (veja em nossos links: Polar 65 Fraternidade) em seus próximos relatos. Talvez esteja guardando para as próximas etapas algumas surpresas interessantes. Em se tratando de Aleixo, um aventureiro nato, acreditamos que isso irá acontecer.
Que esse novíssimo barco navega bem e inspira muita confiança, isso é inquestionável. As fotos que temos observado dele navegando com todo pano em cima sempre mostram um convés seco e quase sem adernar. Com sua mastreação à prova e balas e toda a segurança que seu casco metálico proporciona, já contávamos que enquanto viajasse em águas tropicais iria navegar como se estivesse em um lago. Sua chegada sem o mínimo contratempo à Tahiti é uma bela prova disso.
Polar 65 Fraternidade encostado a contrabordo de um catamarã na beira-mar de Papeete. Por coincidência esse é mesmo lugar onde ficou o Sea Bird, o veleiro da família de Roberto Barros. Por uma dessas coincidências difíceis de acontecerem a foto acima do Fraternidade encostado a contra-bordo de um catamarã tipo polinésico mostra o mesmo ponto geográfico onde o valente Sea Bird, veleiro de vinte e cinco pés com o qual Eileen e Roberto Barros navegaram do Rio à Polinésia, ficou estacionado há mais de quarenta anos com a pequena Astrid , então um bebê recém-nascido, a bordo. Era na praça vista à direita da foto, o Parque Bougainville, onde Eileen levava a filha para aproveitar o sol da manhã. Tahiti pode ter se modificado bastante em todo esse tempo, mas esse parque que tanto amávamos continua intocado. Aleixo já havia realizando anteriormente três voltas ao mundo, todas elas em solitário, com um veleiro de quarenta pés em fibra de vidro que ele mesmo construiu. Parece que uma força íntima o impeliu a retornar aos lugares onde viveu experiências inesquecíveis, agora desejando compartilhar com outros suas memórias. Em Tahiti deverá juntar-se à tripulação um companheiro nosso no escritório Roberto Barros Yacht Design, o jovem engenheiro naval Rafael Coelho, um dos participantes na elaboração do projeto. Essa oportunidade será muito proveitosa, pois o Fraternidade,sendo um veleiro de características bem exclusivas, ainda tem muito que demonstrar. Numa prova importante disso ele já deixou evidente que seus atributos podem fazer diferença: como ao entrar no atol de Rangiroa, beneficiando-se de sua capacidade de reduzir calado, mantendo um perfeito controle do rumo ao cruzar a intrincada passagem para as água abrigadas da laguna interior, assegurado por seus dois lemes e a mobilidade proporcionada por seus dois propulsores, passando por onde veleiros de seu porte com quilha fixa nem poderiam sonhar em chegar lá. Clique aqui para saber mais sobre o Polar 65 |