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Kiribati 36, um desenho versátil do equador aos pólos Uma análise dos barcos de cruzeiro em evidência hoje em dia , quer por suas realizações nos campos da aventura náutica ou na indústria de charters em águas polares, revela que o Kiribati 36 tem muitas das características que fazem de seus irmãos maiores barcos de qualidade e por isso desejados e concebidos por aqueles que se aventuram no oceano.
Green Nomad com sua cabine panorâmica e dog house rígido: conforto e segurança em cima de um casco de 10mm de alumínio no fundo Sem precisar ir longe, desde os Paratis do internacionalmente reconhecido Amyr Klink, até diversos outros igualmente destacados, como os barcos de expedição de Peter Blake, o novo Pelagic Australis de Skip Novak, Seal, Hawk, Morgan´s Cloud, Polaris, Southern Star e muitos outros, fica clara a tendência dos que querem barcos fortes, duráveis, de pouca manutenção e que proporcionem conforto e proteção as seus ocupantes. Os cascos são de alumínio, os sistemas simples e comprovados, as cabines oferecem visão panorâmica.
Posto do navegador: Visão total e instrumentos à mão
Amplidão e luminosidade Entre esses renomados navegadores muitos, senão todos, tiveram barcos anteriores aos atuais, alguns em fibra de vidro, outros em aço, mas quando chegou a hora de idealizarem seu barco definitivo, sua máquina dos sonhos, todos optaram pelo alumínio. De todos os materiais atualmente utilizados para barcos de cruzeiro, o alumínio é praticamente o único que vai se manter inalterado quando exposto. Nenhuma barreira é necessária, a água não penetra nele e começa a degradá-lo. É claro que gostaríamos de um barco em que compromissos não tivessem que ser feitos, em que espaço para corrente de âncora não implicasse em menos espaço de habitação, em que cabine panorâmica não alterasse o perfil do barco, mas dentro das limitações, podemos dizer que nos sentimos satisfeitos como o que atingimos com nosso Kiribati 36 Green Nomad.
Cozinhando no Green Nomad você fica integrado ao ambiente
O grande paiol atrás do banheiro ajuda a manter a organização A robustez do casco e a simplicidade e confiabilidade dos sistemas de bordo habilitam o Kiribati 36 a ir onde quiser, só sendo limitado pelos desejos e estilo dos que o navegam. Que tal um barco polar ao custo de um cruzeiro regata de fibra de vidro convencional? Ou um barco adequado aos atóis e passes rasos do Pacífico, com ventilação natural de sobra na cabine e vista para as maravilhas do mar? Pois embora pareçam opostos, muitas das soluções do Kiribati 36 são adequadas para cada um dos casos.
O primeiro Green Nomad nas Ilhas Marshall, Oceano Pacífico
Com nossa quilha retrátil e fundo chato de alumínio, poderemos nos abrigar nos lugares mais remotos do planeta Sempre dizemos que o Kiribati 36 é o barco grande dos que não possuem um grande capital. Maior do que ele os custos aumentam desproporcionalmente ao benefício atingido, embora o conforto adquirido não seja de se desprezar. É possível viver e viajar num barco menor, como provam vários amigos, entre eles Roberto Barros e seu Sea Bird. A opção pelo tamanho do barco tem que ser acompanhada de uma criteriosa avaliação sobre os custos e dificuldades envolvidas na construção, para se garantir que o projeto seja concluído. Para saber mais sobre o projeto do Kiribati 36 clique aqui. |