Hall da Fama

Lista de Barcos

O Paratii está em um selo comemorativo da viagem de Amyr Klink ao redor do mundo pelos 50 graus de latitude.

ACCESS

Access, o Multichine 28 construído pelo analista de sistemas Flavio Bezerra já é o grande nome desta nossa classe que consideramos o super-barco de cruzeiro de seu porte, após ter completado uma fantástica viagem cheia de incidentes desde o Rio De Janeiro até Saint Martin, no Caribe. O Access chegou a Saint Martin em fevereiro de 2008, sendo o primeiro barco da classe a realizar uma viagem internacional, velejando em solitário, sem leme de vento , sem motor e sem meios de carregar sua bateria automotiva, o que prova que nosso amigo é um grande marinheiro.

Flavio relatou que colidiu com uma baleia que jogou seu barco para o alto, danificando seu leme. Um navio também tirou um grande fino de seu casco e cinco dias antes da chegada pegou uma forte tempestade com 45 nós de vento. é de admirar que Flavio e seu barco, exceto por um dente quebrado e pequenos estragos ao barco causados pela baleia, tenham chegado inteiros.

Já durante a construção Flavio mostrava que era um cara de muita raça. Ele construiu o Access praticamente sozinho no Clube São Cristóvão, um conhecido lugar de construção amadora, próximo do aeroporto internacional do Rio de Janeiro. às vezes Flavio trabalhava até bem tarde da noite e para não perder tempo indo para casa, dormia no próprio galpão naquela área perigosa da cidade. Algumas vezes recuperou chumbo amassado de balas que bateram na parede acima da cama onde dormia. Flávio teve que largar seu emprego para terminar a construção o mais rápido possível e antes de partir, vendeu sua moto, seu último bem, para financiar as despesas da viagem. Mas apesar de todas as dificuldades, Flavio chegou muito bem e agora poderá equipar seu barco para seguir caminho. Como existem centenas de outros construtores de Multichine 28 em dez paises diferentes se preparando para também fazerem grandes aventuras, é uma honra para o Flavio Bezerra ser o primeiro a inscrever seu barco no Hall da Fama da RBYD.

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ANTARES

Multichine 37 construção em aço. Está atualmente em sua Segunda viagem ao Atlântico Norte, agora sob propriedade de Sérgio Magini que o adquiriu de Roberto Fuchs, seu construtor e primeiro proprietário. Sérgio no momento está nos encomendando um novo projeto de um veleiro de 50 pés com quilha retrátil e por este motivo irá colocar seu barco a venda no mercado europeu ou americano, o que com certeza não será difícil em vista do excelente acabamento do barco tanto de casco quanto de mobiliário.

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CARAPITANGA

Veleiro Aladim 30, fabricado em fibra de vidro, de propriedade de Márcio Dottori, consultor técnico da Revista Náutica. Márcio no verão de 1999 velejou em solitário de Santos à cidade do Cabo, sendo o quarto barco de bandeira brasileira a realizar esta viagem, sendo que os dois primeiros também eram de nosso escritório", o Maitairoa e o Paratii. Em sua viagem de retorno, Márcio foi homenageado por toda a flotilha de Aladins 30 que compareceu a um encontro em pleno oceano , cinco milhas náuticas ao sul da ponta de Joatinga,no estado do Rio de Janeiro, tendo o encontro ocorrido com precisão suiça após uma travessia de 3600 milhas. Em seguida toda a flotilha o comboiou até o porto de Santos, destino final da viagem.

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EXPLORER 39 CAROLL

Recebemos uma boa notícia no dia 27 de fevereiro de 2012, a de que mais um barco projetado por nosso escritório, o sexto até essa data, completou uma bem sucedida volta ao mundo. Dessa vez o barco a realizar a façanha foi o veleiro Caroll, um Explorer 39, o barco que desenhamos para ser o mais versátil veleiro de cruzeiro de nossa linha de projetos de estoque, por possuir quilha retrátil, dois lemes, ter grande autonomia de combustível e ter sido projetado para ser facilmente tripulado por uma só pessoa, além de ser excepcionalmente veloz para um barco de cruzeiro.

O autor da travessia foi nosso cliente e amigo Raimundo Nascimento, um velejador de sessenta e dois anos de idade que demonstrou ser um ótimo navegador, resolvendo com muita competência todos os percalços que inevitavelmente acontecem em uma viagem difícil como essa. A rota escolhida foi a clássica, através dos trópicos, via Caribe, Canal de Panamá, travessia do Pacífico com paradas em Marquesas, Tahiti e Samoa Americana, passagem para o Oceano indico pelo Estrito de Torres, nesse oceano tendo feito escalas em Christmas Island, Keeling Cocos, Ilhas Mauricio, Reunião, e aterrando em Durban, áfrica do Sul. De lá Raimundo seguiu para Port Elisabeth e Cape Town, em seguida fazendo a travessia do Atlântico Sul sem escalas, chegando triunfalmente à cidade do Rio de Janeiro, a primeira escala que fizera em sua saída, após partir de Ilha Bela, no Estado de São Paulo.

Entre os vários sustos que passou durante a viagem, talvez o pior tenha sido quando foi perseguido por piratas ao sul da Indonésia, tendo escapado graças aos dez nós de velocidade máxima de seu barco, páreo duro para a traineira dos bandidos. Mais adiante, já navegando entre Madagascar e o continente africano Raimundo enfrentou tempestades duríssimas, em uma delas o barco tendo atingido a velocidade de 17.5 nós, sem nunca ter perdido o controle do rumo. Já com muitas saudades do Brasil e da família, a última perna da viagem, a travessia entre Cape Town e o Rio de Janeiro, preferiu fazer sem escalas, navegando justo no limite norte da alta pressão do Atlântico Sul. Graças ao bom serviço de monitoramento do tempo que utilizou, nunca chegou a ficar sem vento. Na chegada ao Iate Clube do Rio de Janeiro foi recebido por familiares, amigos e mídia com muito carinho e emoção. Raimundo elogiou muito o comportamento do barco e nos informou que o considera o veleiro definitivo para qualquer tipo de aventura.

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POLAR 65 FRATERNIDADE

Em outubro de 2011 mais uma volta ao mundo foi completada por um veleiro projetado pelo escritório B & G Yacht Design. Dessa vez o feito foi realizado pelo Polar 65 Fraternidade, o veleiro de aço construído pelo velejador ucraniano/ baiano Aleixo Belov com a finalidade de ser um navio escola, para isso tendo especificações para ser um verdadeiro couraçado de guerra capaz de navegar em qualquer latitude. Além de sua imensa robustez o barco ainda pode contar com a versatilidade de poder reduzir seu calado de impressionantes 4.50m para apenas 1.5m, graças à sua quilha pivotável de nove toneladas, astúcia que o permite entrar em lugares normalmente só acessíveis a monocascos de oceano bem menores.
Foi com essa super-máquina de expedições que em janeiro de 2010 Aleixo Belov partiu de Salvador, a cidade onde o barco foi construído, para dar a volta ao mundo levando com ele onze jovens aprendizes para uma viagem de quase dois anos de duração, com várias trocas de tripulação durante o percurso, o que proporcionou a um maior número de iniciantes aprenderem um pouco da arte de navegar, tão bem dominada pelo comandante, um marinheiro que já tinha em seu currículo três voltas ao mundo em solitário.

A viagem teve uma rápida passagem pelo Atlântico e Mar do Caribe, com apenas uma escala em Granada. Após atravessar o Canal de Panamá, Fraternidade seguiu para Galápagos, Marquesas, Tahiti, Rarotonga e Thursday Island, o portal de entrada no Oceano índico. De lá seguiu para a idílica Bali onde teve todo o interior aparente de madeira envernizada do salão entalhado pelo mesmo artesão que já fizera esse trabalho em seu barco anterior. De Bali seguiu para Sirilanka e Cochin, na índia, onde se juntou a um rally de barcos de recreio que cruzaram em flotilha as águas infestadas de piratas do índico Ocidental. Após atravessar o Canal de Suez e entrar no Mediterraneo, o Fraternidade atravessou o Estreito de Bósforo e cruzou o Mar Negro, fazendo escala em Odessa, Ucrania, um retorno às suas origens e onde foi recebido como uma verdadeira celebridade.

De volta ao Mediterrâneo, o resto da viagem foi como um roteiro de filme de turismo, com escalas nas Ilhas Gregas, sul da Itália e Espanha, com direito a uma escala em Las Palmas, já no Oceano Atlântico, antes do retorno a Salvador, em outubro de 2011. Essa foi só a primeira das grandes aventuras que Comandante Belov pretende realizar, a próxima provavelmente sendo para as altas latitudes, a verdadeira vocação do Polar 65.

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GREEN NOMAD

O Green Nomad é um Kiribati 36, um projeto de estoque projetado pelo engenheiro metalúrgico Luis Manuel Pinho em parceria com o escritório B & G Yacht Design e construído no Rio Grande do Sul. O projeto, um veleiro de oceano projetado para enfrentar todo tipo de tempo, foi desenvolvido para realizar o sonho de nosso parceiro e de sua esposa, Marli Werner, de voltar à vida de aventureiros náuticos, a coisa que mais amam fazer. Luis e Marli já tinham navegando por dez anos em um veleiro anterior com o mesmo nome, tendo com ele vivido aventuras memoráveis no Pacífico Sul, algumas delas relatadas em artigos publicados em nosso site em que contam suas aventuras com relatos fascinantes.

Sendo um excelente yacht designer, convidamos Luis para participar de nossa equipe, e o primeiro projeto produzido em parceria foi exatamente o Kiribati 36, o barco cujo conceito sonharam durante os muitos anos que velejaram pela ilhas do Pacífico Sul, sempre desejando contar com a possibilidade de entrarem em lugares rasos onde os veleiros de quilha fixa não podem chegar. Como nosso escritório já tinha uma boa experiência com esse tipo de sistema, pois desde o início de nossas atividades apostamos na tecnologia da quilha retrátil pivotável, foi muito prazeroso esse trabalho em equipe.

Terminado o projeto Luis contratou uma caldeiraria para construir a parte metálica do barco, mas ao contrário do que fazem as outras pessoas, ele e a mulher alugaram uma moradia na cidade onde o barco iria ser construído no interior do Rio Grande do Sul, simplesmente para participar do processo construtivo junto com os operários da fábrica. Terminada a caldeiraria, o casal levou o barco para o Clube Jangadeiros, em Porto Alegre, onde fizeram com as próprias mãos todo o restante da obra, desde a marcenaria, até as instalações elétrica, hidráulica e de instalação da motorização auxiliar, todo esse serviço tendo sido feito com eles morando no barco, ainda sem isolamento térmico e praticamente sem nenhum conforto. Quando faltava bem pouco para o barco estar concluído Luis foi convidado a participar da campanha do grupo de proteção ambiental Sea Shepherd como oficial do navio de proteção às baleias Steve Irwin, onde passou o verão do ano de 2011 navegando pelo Oceano Austral.

De volta ao Brasil, com o barco já quase completamente concluído, o casal Pinho fez a viagem inaugural navegando pela Lagoa dos Patos de Porto Alegre até Rio Grande, onde foram terminados os últimos detalhes do barco, já se preparando para o teste de mar, uma viagem de umas oitocentas milhas até Parati, no estado do Rio de Janeiro, tendo feito apenas uma escala em Porto Belo, no Estado de Santa Catarina. Chegando a Parati, um dos recantos mais belos e bem preservados que ainda existem em nosso planeta, os Pinho já estão se sentindo novamente em seu ambiente e no final do verão de 2012 estarão partindo para o Caribe, Panamá e de volta ao sonhado Pacífico Sul, sua verdadeira meta. Por tudo que o casal já realizou e pelo muito que ainda irão realizar, o Green Nomad foi incluído em nosso hall da fama.

Para conhecer as antigas e novas aventuras do simpático casal, entre no blog do Green Nomad, com banner em nosso home-page.

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GURUÇÁ

Outro Cabo Horn 35, construído em fibra de vidro. Este veleiro navegou do Rio de Janeiro até o Caribe onde passou uma temporada. Quando estava na ilha de Saint Martin foi colhido por um dos furacões mais violentos que se tem notícia. Poucos dias após a passagem deste furacão, que destruiu 40% das embarcações que lá estavam, seu dono e construtor, Fausto Pignaton, realizou a viagem de retorno ao Brasil em solitário, tendo feito o trecho Saint Martin, Fernando de Noronha em vinte e um dias velejando o tempo todo contra o vento e a corrente. Atualmente o Guruçá encontra-se em Florianópolis

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SAMOA 29 HIPOCAMPUS COMPLETA VOLTA O MUNDO.

Sentimo-nos honrados e felizes por poder comemorar a volta ao mundo de nosso segundo Samoa 29 a realizar essa proeza com absoluto êxito. Após a brilhante viagem do veleiro Jornal, desta vez foi o Hippocampus que circum-navegou o planeta em três anos de uma viagem impecável. Newton Quinteiro, sua esposa Viviane e o filho Lucas realizaram um acalentado sonho, passando pelo nordeste brasileiro onde competiram na regata Recife-Fernando de Noronha de 2003, de lá seguindo para o Caribe, Panamá , Pacífico Sul, Austrália, Indonésia, Madagascar, Moçambique, áfrica do Sul e agora estão de volta à sua amada Salvador.
Além da indiscutível competência da brava tripulação do Hippocampus, ficamos particularmente felizes pelo fato do barco ter voltado para casa em tão boas condições quanto da saída, sendo essa uma repetição do feito de seu antecessor, o veleiro Jornal. A lição que os Quinteiro nos passa é a de que fazendo bem feito geralmente se alcança o desejado.
Tivemos o prazer de confraternizar com eles ao nos encontrarmos em Fernando de Noronha , quando compartilhamos ancoragem, nós no Multichine 28 Fiu e eles já caminhando para o Caribe. Agora o que desejamos é que aproveitem bem o retorno bem sucedido e que o Hippocampus os reserve novas e igualmente bem sucedidas aventuras.
Clique nas imagens para melhor visualizar.

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JORNAL

Um dos feitos mais importantes da náutica de cruzeiro brasileira é sem dúvida a viagem do Samoa 29 Jornal, do casal Gina e Wilmar em uma super bem sucedida viagem de volta ao mundo, um exemplo de eficiência para todos aqueles que sonham em realizar algum cruzeiro de longa distância.
O Jornal será o menor veleiro brasileiro a completar uma volta ao mundo, o primeiro de projeto nacional e o quinto até hoje a realizar esta façanha. Saindo do Brasil e retornando ao porto de origem apenas o Samba, do casal Renato e Suzy, o Três Marias de Aleixo Belov, o Rapunzel de Marçal Ceccon e a família Schurman fizeram este percurso completo.
O Samoa 29 pode ser considerado um barco pequeno para empreender uma viagem tão prolongada, mas segundo os relatos de Wilmar, o barco sempre se comportou magnificamente nunca apresentando dificuldades para enfrentar todo o tipo de mau tempo encontrado nestes quatro anos de viagem. O Jornal estará de volta ao Capri Iate Clube em São Francisco do Sul S.C., seu clube de origem, em fevereiro de 2001 e detalhes sobre este cruzeiro foram divulgados no site www.veleirojornal.com.br mantido em link com nosso site durante todo o período da viagem.
Conclamamos os velejadores brasileiros a receberem com as honras merecidas o valente Jornal e sua tripulação neste epílogo de aventura, durante a descida da costa brasileira, do nordeste até seu estado de Santa Catarina. De nossa parte pretendemos recebê-los com festa em sua passagem pelo Rio de Janeiro, se assim for possível, fazendo um congraçamento entre o Multichine 28 Fiu que em breve estará partindo também para uma volta ao mundo, só que na direção oposta. Não existe maior alegria do que a proporcionada pelo encontro de dois veleiros amigos, um retornando de uma viagem bem sucedida e outro prestes a partir. Fica aquela sensação gostosa de que o sonho não termina a de quem chega estar passando a tocha para ser levada adiante sem deixá-la extinguir.

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SAMOA 34 LUTHIER

O Samoa 34 Luthieré um belo exemplo do que pode ser alcançado por um construtor amador: realizar um acalentado sonho de fazer uma viagem transoceânica com um veleiro construído por si próprio no quintal de casa justamente para esse fim. O casal Dorival e Catarina Gimenes acaba de retornar a Salvador, o porto de partida para essa aventura, após realizar a empolgante viagem chamada por muitos velejadores de "o círculo do Atlântico", um percurso que começa no litoral brasileiro, chega ao Caribe, de lá seguindo para Açores antes que termine a estação turística nessa região, e então rumando para a Europa, no caso do Luthier o portal de entrada escolhido tendo sido Lisboa, e então curtir uma temporada no velho continente, no caso deles tendo se restringido a Portugal e Espanha. Saciado o desejo de continuar seguindo mais para longe, o retorno se deu pela rota clássica: Arquipélago de Madeira, Canárias, Cabo Verde, e finalmente fechando o "circuito do Atlântico" com uma aterragem perfeita em Salvador. Os Gimenes nos encantaram com um blog delicioso com link de nosso site - Samoa 34 Luthier, ou então, www. veleiro.net/luthier/, que mantiveram renovado sem interrupção durante todo o percurso, narrando com empolgação e muito bom humor as inúmeras peripécias do fantástico cruzeiro que realizaram. Desejamos aos Gimenes que não fiquem apenas nessa aventura e que em breve estejam partindo para um novo desafio .

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MAITAIROA

Veleiro de nove metros de fibra de vidro, projeto exclusivo projetado e construído para a família de Roberto Barros. Este veleiro empreendeu algumas viagens pioneiras para iates com bandeira brasileira, como a travessia do Atlântico Sul pelos "Roaring Forties"até à Cidade de Cape Town e posteriormente sendo o primeiro veleiro de bandeira brasileira a navegar para além das latitudes 50 graus numa inesquecível viagem às Ilhas Falklands. Após o retorno desta viagem o Maitairoa foi vendido, e sua atual proprietária, a jovem argentina Sandra Santu empreendeu uma impressionante travessia, saindo do Rio de Janeiro com destino ao Caribe, dali aos Açores e em seguida ao mar Mediterrâneo. Presentemente o Maitairoa encontra-se em Trieste, Itália, e está nos planos de Sandra e seu namorado Axel seguirem viagem via mar Vermelho, oceano Indico e Pacífico e finalmente terminar a viagem em Buenos Aires, seu principal objetivo.

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PARATII

Este veleiro conseguiu realizar um feito inédito para um iate brasileiro. Pilotado pelo navegador solitário Amyr Klink, o Paratii completou a difícil circunavegação do continente Antártico tendo atingido em pelo menos uma oportunidade a fantástica velocidade de vinte e cinco nós, surfando ondas gigantes sem nunca ter perdido o controle do leme. Esta viagem lhe valeu reportagens nas principais revistas náuticas o mundo, conferindo-lhe o reconhecimento internacional tanto por suas qualidades de excepcional marinheiro quanto pelos méritos do veleiro. O Paratii já se consagrara anteriormente por Ter sido um dos dois primeiros veleiros de navegadores solitários a hibernar no continente Antártico.

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SCIROCCO

O primeiro Multichine 45 é o barco mais imponente do escritório. Seu proprietário, Luiz Augusto Scarante deixou Antonina, seu porto de matrícula com destino ao Caribe onde pretende passar dois anos. A partir de lá seu destino é o Pacífico Sul e uma eventual volta ao mundo. SCIROCCO

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TAHUÁ

Primeiro Cabo Horn 35 a ir para a água, construído em strip planking por seu proprietário Ricardo Lepreri. Tão logo concluído realizou uma viagem de ida e volta de Santos ao Caribe tendo retornado em estação imprópria para esta viagem, enfrentando toda a força do vento Sueste e a corrente marinha por ele formada com muita valentia. Atualmente o Tahuá encontra-se no porto Bracuhy em Angra dos Reis

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TAHIU

Multichine 37 construído em aço. Após uma temporada no Caribe, seu proprietário retornou ao Brasil e novamente participou, vencendo pela Segunda vez em sua categoria, a regata Recife-Fernando de Noronha de 1999.

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UTOPIA

Em Janeiro de 2006 o Cabo Horn 35 Utopia, ex-Guruçá, completou uma fantástica volta ao mundo durante a qual passou por várias situações inusitadas, tais como ter colidido com uma pedra na Indonésia sem sofrer dano algum, ter sobrevivido ao terrível tsunami que assolou o oceano índico em dezembro de 2004 quando se encontrava na Tailândia, tendo visto o mar engolindo a copa dos coqueiros bem na sua popa, alem de ter passado por desagradáveis experiências no Mar Vermelho, onde nos informou ter-se confrontado com Ali Babá e os quarenta ladrões, e finalmente, quase no quintal de casa , quando estava entre Cabo Verde e Fernando de Noronha, ter sido atacado por um cachalote que ao colidir com o hélice, empenou o pé de galinha de aço inoxidável com uma polegada de espessura, deixando o barco sem motor auxiliar pelo resto da viagem.
Marco Cianflonne, seu comandante solitário está presentemente se preparando para uma outra viagem, desta vez esperando reservar dois anos da próxima circum-navegação apenas para o Pacífico Sul. A lição que Marco aprendeu com o Utopia é a que ele é um barco capaz de enfrentar verdadeiras barbaridades que dariam fim a muitos outros barcos.

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